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Top 10: as maiores femmes fatales que você respeita

- 9 de fevereiro de 2017

De Marion Cotillard, passando também pela brasileira Sônia Braga, à Scalett Johanson listamos algumas das maiores femmes fatles do cinema mundial 

Diego Yu e João Bertonie | Imagens: Internet livre

Para além da magia, a imagem da feiticeira é comumente associada à mulher sedutora. No cinema, o arquétipo da femme fatale é o que melhor incorpora a característica da sedução. Sempre presentes na literatura, foi no cinema noir e na era de ouro de Hollywood, em produções de Howard Hawks e Billy Wilder,  que elas conquistaram um posto definitivo.

São moças esbeltas e fatais que desafiam os personagens à sua volta com erotismo e certo ar de superioridade. O ID126 preparou um top 10 com algumas das femmes fatales mais marcantes do cinema e da televisão para a gente se inspirar em ser um pouquinho igual a essas deusas.

Lauren Bacall

A atriz em sua estreia no cinema, com o filme Uma Aventura na Martinica, de 1944. Imagens: Reprodução

Com apenas sua expressão rígida e cabelos milimetricamente penteados, Lauren Bacall conquistou Hollywood, Frank Sinatra e todos nós. Um dos maiores símbolos da era de ouro do cinema americano, só tinha 19 anos quando estreou no cinema com Uma Aventura na Martinica, em 1944. A famosa foto que ela tirou com o então presidente Harry Truman, dois anos depois de debutar nas telas, resume o espírito de Bacall: na imagem, ela está sentada sobre um piano, olhando de cima com um olhar de desdém, mostrando que nem a maior autoridade do país era páreo para esta femme fatale.

Rita Hayworh

Rita Hayworth ficou mundialmente conhecida após jogar o cabelo para trás e olhar misteriosamente para o seu interlocutor, na famosa cena de Gilda (1946). No filme, Rita é a autêntica femme fatale, seduzindo a tudo e a todos e manipulando todos os homens ao seu redor. A cena em que ela canta Put The Blame On Mame prova que a musa do cinema noir merece o seu lugar entre as divas de sua geração, inspirando até a criação da personagem  de animação Jessica Rabbit, da Disney.

Marilyn Monroe

Marilyn em cena de Gentlemen Prefer Blondes, filme de 1953

Talvez a mais famosa femme fatale quando se pensa no auge de Hollywood, a diva sofreu e muito com a confusão entre a vida pública e privada. Nascida Norma Jeane Mortenson, Monroe ficou famosa tanto por seus papéis em filmes como Os Homens Preferem as Loiras, de 1953, quanto pelos acontecimentos da sua vida. Vista como femme fatale também na vida real, se viu envolvida em diversos escândalos, como seu suposto affair com o presidente John F. Kennedy. Símbolo sexual, objetificada, assediada pelos fãs, Marilyn sucumbiu à imagem da fêmea fatal e morreu de uma overdose de remédios para dormir com apenas 36 anos.

Elizabeth Taylor

Elizabeth Taylor vive a icônica Cleópatra, em filme homônimo de 1963

A interpretação de Taylor como Cleópatra é uma das mais marcantes atuações da história do cinema. Iniciada no mundo do cinema como atriz mirim, ela cresceu para se tornar um símbolo de mulher forte e sedutora nos papeis que interpretava, como em Assim Caminha a Humanidade, Cleópatra (filme pelo qual recebeu um pagamento sem precedentes de um milhão de dólares) e Gata em Teto de Zinco Quente. Casada oito vezes com sete homens (casou-se duas vezes com o ator Richard Burton, com quem atuou em 11 filmes), Taylor atraía tanta atenção fora das telas quanto nelas.

 Sônia Braga

Ela nasceu assim, cresceu assim, é mesmo assim, vai ser sempre assim. Sônia Braga já interpretou algumas das mulheres mais marcantes criadas por Jorge Amado, como Gabriela e Dona Flor, e também de Nelson Rodrigues ( A Dama do Lotação). O olhar penetrante, os cabelos cheios e as línguas sempre afiadas de suas personagens fizeram com que Caetano Veloso escrevesse duas músicas inspiradas em Sônia: Tigresa, de 1977, e Trem das Cores, de 1982. Em Aquarius, lançado em 2016, ela provou que ainda continua conjugando o verbo divar em todos os tempos.

 Maria Fernanda Cândido

Outras atrizes podem até tentar, mas Maria Fernanda Cândido é a Capitu definitiva. Tendo vivido a personagem em diferentes momentos, como na minissérie Capitu, de 2008, e no filme Dom, de 2003, a gata nunca evitou exibir os olhos de cigana oblíqua e dissimulada. “Ela tem os olhos de ressaca, um olhar que arrebata e pode afogar quem se sinta atraído por esse mar”, disse Moacy Góes, diretor de Dom, ao Ego, em 2008.

Scalett Johanson

Em Ela, de 2014, a atriz consegue criar uma personagem encantadora sem nem aparecer em tela, apenas com sua voz. Em Os Vingadores, de 2012, interpreta uma espiã russa que luta ao lado ao de deuses e super-humanos. Em A Outra, de 2008, ela tem a corte do rei da Inglaterra em suas mãos. Como muitas mulheres em seu lugar, Johansson é constantemente citada como símbolo sexual, sofrendo objetificação intensa por colegas de trabalho e a mídia de celebridades. Apesar disso, Scalett é uma das poucas great beauties da nossa geração, ocupando lugar de destaque nas telas e nas capas de revista.

 Viola Davis

Viola vive a protagonista de How To Get Away With Murder, em exibição

Viola sempre foi uma atriz respeitada, mas foi na badalada série How To Get Away With Murder, da ABC, que ela nos mostrou o poder que a advogada tem. A retórica de Annalise Keating, grande chamariz da trama, não é a única ferramenta que a personagem usa para conseguir o que quer: a cada episódio do seriado produzido por Shonda Rhimes, a premiadíssima Viola dá aulas de como seduzir nos tribunais, de como conquistar qualquer um(a), utilizando apenas uma voz sedutora e umas mexidas no cabelo.

Penélope Cruz

Almodóvar é conhecido pelas suas personagens femininas fortes, complexas, e, muitas vezes, sedutoras. Penélope Cruz parece ser uma das epítomes dessa imagem. A colaboração dos dois começou em Carne Trêmula, de 1997, e culminou dois anos depois, com Tudo Sobre Minha Mãe, que a concedeu atenção internacional.

 Marion Cotillard

Marion em Macbeth, de 2015

A lista não estaria completa sem a presença da mais recente interpretação de uma das mais antigas femme fatales da história: Lady Macbeth. A personagem, sombria, complexa, é uma das maiores anti-heroínas da ficção, responsável por induzir Macbeth, no filme homônimo de 2015, a ir às últimas consequências por poder, e pagando um preço alto por isso. Com seus olhos profundos e expressivos, Cotillard consegue transmitir inúmeras emoções. Em A Origem, de 2010, por sua vez, ela interpreta uma femme fatale arquetípica, com todos os tropos do papel, ainda que, no fim das contas, seja apenas uma ilusão.

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