Segue o jogo? Um panorama sobre a situação do esporte amador diante da pandemia da Covid-19

Madson de Souza e Mauricio Viana - 1 de junho de 2021

Não interessa se você é da galera do baba no domingo, da equipe de corrida ou o fanático por academia, o fato é que a pandemia da Covid-19 modificou profundamente a relação das pessoas com a atividade física. Num momento de quarentena com sérias preocupações e dúvidas em relação ao novo coronavírus, a prática esportiva que pode ser tanto fonte de renda, quanto benefício para a saúde mental e física, teve que se adequar de diferentes formas.

O panorama do ambiente atlético é diversificado. Existem modalidades que conseguiram seguir os protocolos mais facilmente e outras cuja realização gera um maior risco de disseminação da doença. Diante dessa situação, alguns praticantes buscaram por estratégias para manter a realização dos exercícios em casa, enquanto outros optaram por fazer outras atividades que são consideradas mais seguras por órgãos sanitários.

A adaptação aos protocolos não é uma exclusividade dos esportistas, mas uma obrigação que os donos de negócio da área também tiveram que se submeter. Entre eles, gerentes de clubes, proprietários de academias, treinadores e outros envolvidos na cadeia financeira do esporte se reorganizaram e buscaram outras iniciativas dentro de seus serviços. Isso, com intuito de continuar funcionando e não perder sua renda em decorrência da pandemia.

“Onde ficam os protocolos?”

A expressão “estamos seguindo todos os protocolos” é um desses jargões gerados pela pandemia que são repetidos à exaustão, mas que não explicam quase nada. No caso de alguns esportes, como tênis, corrida e natação, por exemplo, seguir os protocolos significam coisas diferentes.

Como cada atividade física possui uma dinâmica particular, os riscos de contaminação da Covid-19 também são diferentes. As atividades coletivas, seja em ambientes fechados ou com maior contato entre os indivíduos, apresentam assim maiores riscos, enquanto atividades que possibilitam um maior distanciamento se moldaram mais facilmente.

Para entender melhor essas nuances, algumas pesquisas investigaram o risco de contágio na rotina das pessoas. Entre essas atividades, estão as práticas esportivas, como indicam os dados das pesquisas apresentadas abaixo:


Pesquisa realizada por físicos da força-tarefa TMA Covid-19 e o comitê TMA em doenças infecciosas, em que isolamos os dados referentes a atividades esportivas. Os valores variam de 1, menor risco de contágio, e 10, maior risco de contágio.

Pesquisa realizada pelo Correio Braziliense com especialistas sobre o risco de contágio em cada modalidade esportiva. Os valores variam de 1, menor risco de contágio, a 2, maior risco de contágio.

Por ser uma atividade que apresenta menor risco de contaminação, como apresentado em ambos os gráficos acima, a corrida está sendo uma prática buscada por muitos para manter a prática de exercícios de uma forma mais segura nesse período. Quem conta isso é o treinador Renato Maia, instrutor de um grupo de corridas.

“Muitas pessoas procuraram a corrida como atividade para melhorar a saúde. Houve uma adesão de novas pessoas ao grupo para o treinamento de forma assistida a distância, porque a corrida tem essa vantagem, que é a possibilidade de se treinar de forma solitária e mais segura.”

Mas mesmo essa modalidade considerada solitária teve que adotar alguns protocolos. O uso do álcool em gel, o fim das aglomerações pós-treino e a recomendação de distanciamento foram algumas das medidas iniciadas pelo instrutor para que a prática continuasse acontecendo.

Um outro esporte que também conseguiu se adequar facilmente aos protocolos de segurança contra a covid-19 foi a natação. Como essa é uma prática esportiva que não exige contato entre seus atletas e, muito menos, divide materiais ou locais, não houve dificuldades de voltar a ser praticada.

O responsável pelos treinamentos na Arena Aquática Salvador e medalhista olímpico, Edvaldo Valério, explica que o espaço possui limitação de número de usuários e de horário, mas que os treinos conseguem ser realizados seguindo os protocolos. “Temos limitação de atletas na piscina. Só podemos colocar até dois atletas por raia, em tempos normais teríamos de seis a oito. Medimos a temperatura na entrada, disponibilizamos álcool em gel e mantemos o distanciamento entre os alunos durante o aquecimento.”

Além disso, apenas os atletas considerados de alto rendimento podem frequentar o espaço público administrado pela Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (SEMPRE) do município de Salvador. Edvaldo comenta que não estão sendo permitidas ainda as aulas sociais e que os antigos frequentadores entendem o motivo pelo qual as organizações sanitárias limitaram este acesso. 

Ainda sobre a liberação para os atletas de alta performance, ele acrescenta que: “Em relação à água, esse é um ambiente mais seguro para a prática esportiva, como comprovado em estudos, os quais mostram que o vírus não sobrevive nesse ambiente em função dos químicos que são usados para tratar a piscina.” Inclusive, esses estudos são apresentados na matéria do Correio Braziliense sobre a natação ser, ao seguir protocolos rígidos, uma atividade segura.

Outra modalidade esportiva que aparece na pesquisa citada como de baixo risco de contágio é o tênis. Mas isso não foi uma surpresa para o treinador de tênis e atleta amador, Swelbert Layon. Para o treinador, “O treino de tênis não foi afetado tanto porque, como uma modalidade esportiva com distanciamento e de forma individual, pode ser praticada seguindo os protocolos”.


Imagens do treino de tênis da equipe esportiva Layon Team seguindo os protocolos da modalidade.
Fonte: Arquivo Pessoal – Layon Team/Clube dos Tenistas da Bahia.


E como trazido pela reportagem do Eu Atleta, blog do globoesporte.com, o tênis está surgindo como alternativa de esporte considerado mais seguro na pandemia e ganhando novos adeptos. Nela consta que por não precisar de contato físico, ter amplo espaço para manter o distanciamento social e por não haver o compartilhamento de material durante a prática, o tênis é uma das atividades que melhor se adaptou aos cuidados necessários contra o novo coronavírus.

Mas, mesmo com todas essas observações, Swelbert comenta que não se pode deixar de tomar os cuidados. “Deve-se ter algumas precauções, como o uso de máscaras e o limite de quatro alunos por aula para respeitar o distanciamento.”

O dia a dia dos atletas

Para além da alteração na prática esportiva amadora dessas modalidades, por conta dos protocolos exigidos pelas organizações governamentais e seguidos pelos treinadores, os esportistas tiveram que adequar seus treinamentos diante essas situações. Por isso, tanto os atletas do dia a dia, quanto os atletas amadores que treinam em busca de competições experimentaram novas formas de preparação para seus objetivos.

A prática amadora foi afetada de variadas formas e com casos específicos. O modelo com o qual cada praticante está lidando com os treinamentos também é bem particular e segue padrões dos protocolos do seu esporte.

Os protocolos atuais para a prática da natação na Arena Aquática Salvador são bem diferentes aos treinos que a equipe de Edvaldo precisou submeter seus alunos no início da pandemia. O treinador comentou que foi necessário a realização de aulas online para os atletas durante os primeiros oito meses da pandemia, quando o espaço esteve fechado.

Porém, ele afirma que: “como trabalhamos na área de aquática, subtende-se que a prática tem que ser diretamente lá na água. Então fomos diretamente impactados no início da pandemia e tivemos que nos reinventar.”. Isso porque, ainda segundo o instrutor, os atletas precisam dessa assistência para não perder o ritmo da prática. Além das dificuldades de foco nas aulas virtuais.

O coordenador técnico da Arena Aquática Salvador, Maurício Sá Barreto, também explica que esse momento inicial foi o mais difícil em relação aos treinos. Mas antes de voltarem aos treinamentos presenciais foram realizadas diversas reuniões sobre como seriam os protocolos na Arena. Ele também fala sobre a ausência de competições e que para continuar mantendo os atletas no ritmo são realizados simulados de competições, de forma que respeitem os protocolos.

No tênis ainda se consegue realizar os treinamentos seguindo os protocolos sem muita alteração, como já comentado por Swelbert. Ele só acrescenta que a quantidade de competições do nível amador tiveram uma diminuição após a pandemia e que os atletas buscam mais o treinamento pela atividade física atualmente.

Dia de treino da equipe de Renato Maia
Fonte: Reprodução/Renato Maia

Muitos praticantes de atividade física na academia tiveram que procurar novas opções de prática esportiva, ora no início da pandemia por conta delas estarem fechadas, ora por conta de não se sentirem seguras em estarem frequentando o espaço. Os treinos funcionais em diferentes locais como na rua ou em casa apareceram como essas alternativas.

O treinador de corrida Renato Maia afirma que: “Muitas pessoas procuraram a corrida como atividade para melhorar a saúde após a permissão das atividades na rua e as academias estarem fechadas. Houve uma adesão de novas pessoas ao grupo para o treinamento de forma assistida a distância.” 

Treino em Casa

O ambiente residencial teve que se adaptar a muitas novas demandas resultantes da pandemia da Covid-19. Agora, além de lar, esse ambiente funciona como escritório, espaço de lazer, e, claro, como espaço para a prática de exercícios. Neste momento de quarentena, tem aqueles que passaram a se exercitar em casa para manter a saúde física e aqueles que começaram a ver a atividade como um reforço positivo para a saúde mental.

Este último exemplo é o caso da estudante de design Isabella Peixoto, que não se sente segura de voltar a frequentar o ambiente da academia e passou a se exercitar em casa. Para manter a atividade viva ela conta que comprou alguns equipamentos, como: tapete, halteres, anilhas, barra, corda de pular, entre outros. Até alguns objetos da residência passaram a fazer parte da rotina de exercícios, entre eles garrafas de amaciante e alguns quilos de alimentos que passaram a ser usados como pesos. 

“Para mim foi de grande importância ter continuado as atividades físicas em casa, porque era uma coisa que me dava energia no dia a dia. E no início (da pandemia) que não estava treinando, eu também estava entrando em um estado de estar com preguiça o tempo todo Minha qualidade de vida volta ao me exercitar”, explica Isabella sobre a importância do esporte para sua saúde mental. 


Imagens de treinos físicos feito em casa e na rua seguindo os protocolos.
Fonte: Maurício Viana

O jogador de futebol amador, Kristian Araújo, reforça a afirmação da estudante de design. “A importância da prática esportiva na minha rotina é muito decisiva até para meu humor do dia ou da semana. A prática esportiva faz parte da minha vida desde mais novo e, realmente, não vejo minha rotina sem nenhum tipo de exercício”. 

Para ele, a adaptação foi mais simples e mais complexa simultaneamente. Por já ter parte dos equipamentos e estar acostumado a treinar em casa, manter a rotina de musculação foi simples. Em compensação, o também estudante de educação física sente as dificuldades e inseguranças com relação a prática do baba, partida recreativa de futebol.

Algumas academias vendo este movimento dos clientes de se exercitarem em casa e estando fechadas durante uma parte da pandemia passaram a possibilitar o aluguel de seus equipamentos. O diretor do Sindelivre BA (Sindicato dos estabelecimentos de ensino livre do estado da Bahia) e proprietário das redes Alpha Fitness e Monumental Fitness, Rafael Veloso, conta que instaurou  a medida em suas academias e que teve uma adesão muito grande por parte dos clientes.

Não só o aluguel de equipamentos, como a venda de novos e usados foram o destaque do setor econômico do esporte nesse período de pandemia, mesmo com alguns negócios do ramo sendo profundamente abalados. As vendas no início da pandemia chamaram tanta a atenção, que o G1 fez uma reportagem trazendo o exemplo do Rio de Janeiro, porém foi algo perceptível até pela maior presença de produtos em mercados físicos e online.

Impacto no setor financeiro do esporte amador

A crise não é só em relação às práticas esportivas e aos atletas amadores, mas também no âmbito econômico do esporte. Diversos negócios do setor foram atingidos profundamente pela pandemia da Covid-19 e tiveram que se reorganizar para continuar funcionando.

Para as redes de academia de Rafael Veloso, por exemplo, desde o início da pandemia, o negócio sofreu diversas perdas. Após sete meses de academias fechadas, em decorrência da pandemia, houve o retorno de apenas cerca de 30% a 40% dos seus clientes. O empresário não está otimista sobre o resto do ano: “A situação é muito difícil. O ano de 2021 para o negócio de academias é um momento cujo objetivo é sobreviver”.

Pensando nisso, ele tomou a iniciativa de liberar o aluguel dos seus equipamentos e oferecer aulas online para serem realizadas em casa. No ambiente presencial das academias, ele conta algumas das medidas que foram tomadas: um metro e meio de distância entre as pessoas, distância entre os equipamentos, funcionamento sem o uso dos bebedouros e vestiários, não utilização do ar-condicionado, entre outras iniciativas. 

O gerente do Costa Verde Tênis Clube, Luis Gonçalves, conta que o negócio também passou por dificuldades e foi necessário buscar novas saídas. “Tivemos que abrir outras modalidades de sócios, fornecer aluguel de quadras, entre outras flexibilidades que não fazíamos antes. De modo que consigamos manter a saúde do nosso clube.”

Algumas atividades sofreram um forte impacto no começo da pandemia. No entanto, após alguns meses, o setor foi se recuperando. É o caso, por exemplo, do treinador de corridas Renato Maia, que chegou a perder entre 20% a 30% do seu grupo, mas logo viu a demanda voltar a crescer. Outro exemplo é o do treinador de tênis Swelbert Layon que ficou durantes os primeiros meses da pandemia sem nenhuma fonte de renda, por conta da ausência de quadras disponíveis para as aulas.

 

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