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Arte a dois: a diferença de não se expressar sozinho

- 17 de novembro de 2014

Dançar muitas vezes não faz parte de um mundo particular. Histórias se unem na dança e multiplicam as expressões e sentimentos

Aymée Brito

Através dos rituais religiosos surgiram as danças em grupo. Eram feitos para agradecer, pedir sol, chuva ou celebrar alguma data específica calendário. Hoje, de acordo com a Confederação Brasileira de Dança Esportiva, toda dança pode ser realizada em cooperação, de duas ou mais pessoas.

Grupos e casais dialogam entre si e com o público de forma simples e complexa. Dançarina de forró há sete anos, Jaqueline Milhome começou a fazer aula a pedido do noivo, Tiago Hayne. Para ela, ter como parceiro o homem que ama deixa a dança ainda mais especial. “É maravilhoso ter alguém tão importante para mim que compartilha da mesma paixão que eu. Dançar com meu noivo é algo que facilita muito. Nos comunicamos só no olhar”, disse.

Casal Jaqueline e Thiago dançando. Foto: Arquivo pessoal

Passar a cumplicidade com a dança não é uma exclusividade de casais que praticam em salão e que viram parceiros de palco. Os irmãos Keko e Amitra Burak têm um grupo de ritmo baiano há 5 anos. Apesar do estilo não ser dos mais tradicionais para se dançar em dupla, os jovens de 19 anos esbanjam companheirismo e segurança ao fazer o que mais sentem prazer.

“Há um tempo a dança foi só lazer, um hobby. Mas hoje em dia faz parte da minha vida. É meu trabalho, é minha diversão e também minha paixão”, conta o rapaz que começou dançando para amigos do karatê e hoje dá mais de 10 aulas por semana. Segundo Keko, dançar com a irmã e com um grupo em sincronia faz bastante diferença, principalmente na confiança entre eles.

Irmãos Keko e Amitra Burak e o grupo Gogo Guetto's. Foto: Arquivo pessoal

Há 15 anos, o casal de dançarinos Jorge e Vilma Amoedo começou a dançar tango, como forma de terapia. “A relação não estava bem e resolvemos tentar algo que precisasse não só da dedicação de cada um, mas dos dois juntos”, contou a dona de casa. Para o engenheiro, o mais complicado não foi aprender a dançar, mas que também era uma relação de cumplicidade.

“Foi impressionante como nossa força de vontade em dançar fez com que nossa cumplicidade mudasse para melhor. É preciso paciência um com o outro para o tango fluir direitinho e para ficar bonito”, confessou Jorge, com um sorriso no rosto. Ao fim, comum entre os entrevistados, é a percepção de que a dança conjunta é leve, cúmplice e que representa a união de sentimentos e aplausos.

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