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“Vão ter que engolir a gente”

Amanda Dultra, Caroline Magalhães, Larissa Calixto - 10 de junho de 2019

Um bate-papo com a jornalista Juliana Lisboa sobre o futebol feminino nas vésperas de uma Copa do Mundo histórica para a modalidade

Por Amanda Dultra, Caroline Magalhães e Larissa Calixto

O mundo da bola é inegavelmente território masculino. Tanto na prática do futebol quando na cobertura jornalística do esporte, homens dominam a maior parte dos espaços. Na pesquisa Gênero no Jornalismo Brasileiro (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo/Gênero e Número), por exemplo, das 471 jornalistas que responderam às perguntas, apenas 4,6% trabalhavam na editoria de esportes.  Esse contexto se relaciona com o machismo extremamente presente na sociedade brasileira e se manifesta também em falta de incentivo e pouco patrocínio para atletas e times, menores oportunidades para treinadoras, árbitras, bandeirinhas, comentaristas e jornalistas esportivas. Essa discrepância também se manifesta no resultado da cobertura, como revelou o levantamento da 
Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS
– em 2014: a cobertura dada a esportes femininos representa 37 vezes menos do que aquela dada aos esportes praticados por homens.

Mas avanços na área não podem ser desconsiderados: nos últimos anos observam-se mais esforços das confederações e instituições que regulam o futebol para a profissionalização da modalidade, assim como o incentivo e discussão das empresas jornalísticas sobre o tratamento dado às jornalistas mulheres e ao esporte feminino. Para entender melhor a realidade de cobrir esportes femininos, especialmente do ponto de vista de uma comunicadora, conversamos com a jornalista Juliana Lisboa, produtora e coordenadora do programa TVE Esportes (TVE Bahia). Colunista do site Dibradoras e integrante do canal do Youtube Bar Futebol Clube, Juliana analisa a cobertura do futebol feminino no país, a situação de times baianos e as expectativas da seleção brasileira para a Copa do Mundo Feminina. Além disso, ela discute sua própria experiência profissional e não mede palavras sobre a atuação das mulheres na modalidade: “a gente está ocupando espaços, seja como atleta, seja como repórter, seja como torcedora. Vão ter que engolir a gente”.

 


Formada em jornalismo pela PUC-RJ, Juliana nos contou um pouco
do início da sua trajetória na cobertura esportiva.
Juliana fazendo matérias para TV em sua época na TV Aratu. Créditos: Felipe Oliveira/EC Bahia. #PraCegoVer: a imagem mostra Juliana com um microfone na mão falando em direção à câmera. Ao fundo, há pessoas jogando futebol.

Atualmente, a quais projetos está se dedicando?

Escrevo uma coluna para o blog Dibradoras, faço textos, análises… e agora sou meio que uma correspondente delas aqui no Nordeste. Quando acontece alguma coisa relevante na região eu faço a cobertura. Não tem uma periodicidade estabelecida, mas os textos costumam sair a cada 15 dias. Ano passado eu comecei a trabalhar com TV, primeiro com uma experiência na TV Aratu e agora eu estou na coordenação do TVE Esporte na TVE Bahia.  Lá eu faço a produção, a edição e até reportagens, quando necessário. E participo do canal do YouTube Bar Futebol Clube, que é mais recente: já tinha ido como convidada e agora sou participante fixa, então tem sido bem bacana.

Como é trabalhar com a cobertura de esporte em diferentes veículos?

Trabalhar com TV foi algo muito novo pra mim. Eu comecei cobrindo a Copa do Nordeste na TV Aratu e eu e o cinegrafista fazíamos tudo, do roteiro à apuração, produção e etc, para outras praças, como Pernambuco e Ceará e até para a rede nacional.  Essa experiência foi um intensivo e foi a partir dela que eu comecei a entender a linguagem da TV. Hoje eu chefio uma equipe de um programa diário e isso tem um ritmo de produção bastante intenso. Agora vamos começar a transmitir o Campeonato Intermunicipal e as finais do Campeonato Sub-20 Baiano, até porque não abordamos só Bahia e Vitória, ficamos atentos à produção mais “raiz”, ao que não tem tanta repercussão. Isso é complicado porque você não pode depender de assessoria de imprensa [para cobrir o esporte amador], você tem que se virar com o que acha.

A gente esbarra muito nas distâncias, porque às vezes queremos fazer uma pauta maravilhosa com uma equipe de vôlei, da Chapada, por exemplo… mas como chega lá? Os recursos são escassos. E ainda não podemos deixar de falar totalmente de Bahia e Vitória, porque  o público pede.

Já o BAR Futebol Clube é no Youtube, então é outro estilo e outro público. É mais descontraído. Isso também me força a praticar algo que eu não fazia tanto, que é questão das análises táticas, de julgar se um time foi bem ou mal, aprimorar minha visão de jogo, [falar dos] técnicos. Estou me forçando a sair da minha zona de conforto para me especializar e mostrar que eu sei do que falo.

 O futebol é um meio muito masculino. Você já sofreu ou presenciou algum caso de machismo enquanto trabalha?

No BAR FC eu sou a única mulher da equipe. Então, volta e meia nós percebemos que, enquanto os comentários para os meninos são em tom de brincadeira, comigo é para falar da aparência ou dizer que estou lá para cumprir uma cota, por exemplo. O machismo está lá, já melhorou bastante –  mas ainda sofro. Não tem jeito. Sendo mulher, você vai sofrer machismo. Quanto a questão das análises táticas, a gente que é mulher não cresce pensando muito [sobre isso], assim como tem homem que não sabe, e tudo bem. Você não cobra de um cara assim: “E aí, qual é a formação? É 4-1-4-1? É 4-2-3-1? Escale aí o Bahia no 4-2-3-1 com o Fernandão como centro-avante ou o Vitória no 4-3-3.”. Até porque você não demonstra que sabe mais ou menos futebol se você sabe a escalação ou se você sabe o esquema tático dos times, isso é só mais um dos componentes que você pode utilizar para analisar um jogo.

“Não tem jeito. Sendo mulher, você vai sofrer machismo”

E quanto ao futebol feminino? Há uma ampliação da cobertura?

O futebol feminino agora obrigatoriamente conta com uma cobertura melhor porque os times tradicionais masculinos têm a obrigação pelo Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) e pela CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol) de ter equipes femininas. Não é uma opção. Agora tem que cobrir porque existe essa exigência. Os times têm as equipes e eles querem ter essa vitrine. Por uma imposição, essa cobertura que não existia antes está acontecendo, mas ainda é majoritariamente alternativa. Existem vários portais alternativos. Cito aqui o Planeta Futebol Feminino – que, para mim, é o mais completo junto com o Dibradoras.  Tem a Ana Carolina Silva, do Uol, que vai cobrir a Copa do Mundo de Futebol Feminino. A Ana Thaís Matos [jornalista da Sportv] que está acompanhando mais de perto a seleção feminina e o futebol feminino como um todo, ela pra mim foi a surpresa mais positiva surgindo na televisão na Copa do Mundo ano passado, até então ela era só do rádio. Ela vai aparecer mais agora porque a Globo vai transmitir pela primeira vez na história a Copa do Mundo de Futebol Feminino (sediada na França). A Band  já faz transmissão do Campeonato Brasileiro Feminino desde 2017, mas a partir desse ano vai também para a TV aberta.

Estamos tendo mais acesso ao futebol feminino que era uma coisa mais marginalizada, tanto para quem jogava quanto para quem consumia. Os campeonatos femininos não eram divulgados e agora está acontecendo isso, uma divulgação pequena – e eu admito um mea culpa pelo TVE Esportes, que não aborda muito o tema. Mas eu percebo que já existe um interesse de cobertura e uma demanda de consumo. Eu hesitei um pouco em levar o futebol feminino para o BAR FC porque sempre entendi o público de lá, que é formado 91% por homens que se interessam apenas pelos times principais do Bahia e do Vitória. A primeira vez que levei o futebol feminino foi respondendo uma questão para o atual presidente do Vitória sobre a equipe feminina [Paulo Carneiro, que então concorria às eleições do clube. As declarações dadas por ele a respeito do futebol feminino repercutiram nacionalmente e podem ser vistas aqui].  Eu levantei uma série de dados para apontar que a fala dela não fazia sentido porque o futebol feminino do Vitória significa um orçamento ridículo diante do todo, então não dá para dizer que vai retirar dinheiro do masculino. Fiz para elucidar mesmo o tema e evitar a demonização do futebol feminino – que é a última coisa que precisa. A partir daí percebi que começaram a perguntar mais sobre o assunto, e surgiu um interesse do público do canal.

Você cita a imposição da CONMEBOL e da Profut. O que acha disso? Há um impacto para a modalidade?

Muita gente acha que é ruim porque não foi pela razão ideal, que seria a conscientização. Eu sou muito mais pragmática, acho que tem que ter [imposição], sim. Porque os clubes de futebol são sociais, eles falam para muita gente e movimentam muito dinheiro, inclusive público. Agora não tem mais a Caixa patrocinando, mas por muito tempo o fez. É um investimento de dinheiro público, dos contribuintes e com a Lei do Profut, que é a lei do refinanciamento das dívidas dos clubes com a União, estão parcelando 20 anos de dívidas milionárias. Então nada mais justo do que, ao fazer parte desse refinanciamento, os clubes deem uma contrapartida.

Há um direcionamento da Fifa, que é a grande cabeça do futebol internacional, para equiparar homens e mulheres. É uma nova filosofia que está sendo implementada. E se estende para todas as filiadas, que vão ter que seguir. A CONMEBOL, disse: “olha, para participar dessas competições internacionais da nossa confederação, os times têm que ter uma equipe feminina”. Isso obriga de certa forma todos os times que almejam jogar a Libertadores ou a Sulamericana a formarem equipes femininas, o que vale basicamente para todos os times da série A que briguem da metade da tabela pra cima. O que eu vejo de mais positivo nisso é que sirva para alavancar o futebol feminino, como eu acho que já está acontecendo. Acho que nunca se falou tanto em futebol feminino no Brasil como agora. Temos o Twitter fazendo transmissão ao vivo dos jogos, tem a Band fazendo transmissão na TV aberta, a SporTV começou ano passado, a TVE também faz do Baiano e o que tiver aí do futebol feminino. Acho que já tem um mercado sendo produzido, uma demanda existindo e dando uma visibilidade a um trabalho que já tem sido feito a duras penas desde 1979, quando o futebol feminino foi liberado pra ser praticado, porque até então era proibido por lei. Então eu só vejo coisas boas aí. Acho que tem que fazer mesmo e tem que fiscalizar pra ver quem está cumprindo tudo direitinho e punir quem não está.  Por mais que os clubes e os dirigentes não gostem, que sejam obrigados mesmo na rédea curta a terem os times e a dar o mínimo das condições necessárias pra que as atletas trabalhem.

 

 

E como a criação de equipes femininas em clubes já consagrados do futebol pode impactar equipes de menor porte? 

Essas equipes menores normalmente são financiadas por prefeituras e o orçamento de uma prefeitura não vai conseguir concorrer com o orçamento de um time grande. O que é bom pra modalidade porque você começa a dar um pouco de dignidade para as atletas porque muitas sequer uma bolsa auxílio recebem, em muitas equipes ofereciam um lanche, transporte e olhe lá. Agora você tem carteira assinada, então começa a ter uma valorização do trabalho. Se quiser ter um time bom, vai ter que investir pelo menos 100 mil por mês de folha. O que é ridículo porque no futebol masculino às vezes um jogador só ganha seis vezes esse valor. Para se ter um ideia, em 2018, o Corinthians, que foi o campeão brasileiro, investiu o ano inteiro no futebol feminino 2 milhões de reais, o que não chegou a 1% do orçamento anual do clube. A folha do Vitória para este ano inteiro agora na série A é de 400 mil reais. Já contando férias, décimo terceiro e etc! E outra coisa, se pensa que os times gastam e não têm retorno nenhum, mas a CBF oferece ajudas de custo. A equipe mandante recebe ajuda de custo pra ambulância, equipe médica, gandulas, arbitragem, pra colocar alguém pra organizar o trânsito se for necessário, todo um aparato. Se vai jogar fora a CBF também dá um custeio. Avançando de fase nos campeonatos o time ganha também – ainda é uma premiação baixa, mas ela existe. E a tendência é que se colocando cota de televisão na fatia já vem patrocínio, propaganda, aí vira um mercado. E é isso que a gente fala: vamos transformar o futebol feminino em mercado. Mas tem muita misoginia também. Dizem que o futebol feminino é um horror, que não tem como dar certo, que ninguém gosta. Diziam isso do vôlei também, que não era esporte de mulher, imagina tacar o braço numa bola, se bater no rosto de alguém vai desfigurar a mulher, coitada. A maior parte dos problemas se resume mais a machismo, misoginia e preconceito do que a problemas reais. O que predomina é a má vontade.

“A maior parte dos problemas se resume mais a machismo, misoginia e preconceito do que a problemas reais”


Um exemplo dessa discrepância entre times grande e pequenos é o São Francisco do Conde, time tradicional no futebol feminino baiano.

O São Francisco do Conde já chegou a ser campeão da Copa do Brasil e durante muitos anos foi um time de muito destaque quando o futebol feminino no Brasil era mais amador. Ganhava aqui disparado porque era a única equipe que tinha o mínimo de organização e de estrutura. E aí como o São Francisco não conseguiu acompanhar a necessidade de profissionalização, o que na época era um diferencial para mais, acabou ficando abaixo da média. Então eu acho que infelizmente a tendência do São Francisco é acabar caso não faça nenhum tipo de parceria com outro time. E agora fica mais difícil porque o Bahia já fez com o Lusaca [time de futebol feminino fundado em 2007], e a tendência é que contratem toda a equipe, os próprios dirigentes do Bahia já falaram isso. Eu acho que a solução pro São Francisco é encontrar uma outra equipe ou fazer uma fusão com o Lusaca. Assim, do jeito que está, a tendência é que caia pra segunda divisão.

Comercial do Guaraná Antarctica convoca marcas a investirem no futebol feminino

A Copa do Mundo de Futebol Feminino começa agora em junho. Quais as expectativas para a competição e a Seleção Brasileira?

Os EUA são sempre uma potência, mas acho que a França tá muito embalada. Foram para a final da Champions League feminina, por exemplo, junto com o Barcelona, que é uma equipe que tá surpreendendo [Em jogo no dia 18, o Olympique Lyonnais bateu o Barcelona por 4 a 1], porque a Espanha pode não ser tradicionalmente uma grande potência, mas está se tornando. Tanto que o recorde de público de um jogo de futebol feminino foi de Atlético de Madrid e Barcelona, com mais de 60 mil pessoas no estádio. Lá a cultura do futebol feminino está se fortalecendo bastante e com isso o nível técnico vai aumentando também. Mas eu acho que a França tá vindo muito “redondinha” e é favorita. A Inglaterra está bem, fez uma boa preparação, a Austrália pode dar trabalho, vem dando trabalho pra gente a alguns anos já, a Suécia pode fazer uma boa Copa também, mas pra mim fica entre os EUA e a França, Inglaterra talvez correndo por fora.

A Seleção vem da pior fase da história: foram 9 derrotas consecutivas e 10 derrotas em 11 jogos. Isso não acontecia com a seleção feminina desde os anos 90, que foi quando começou a disputar torneios internacionais. O que é um disparate porque individualmente nós temos estrelas. Temos a maior jogadora de todos os tempos, a única que foi eleita seis vezes a melhor do mundo [a atacante Marta], temos Formiga, que ainda joga em altíssimo nível, Cristiane, Andressinha e Andressa Alves que são jogadoras de ponta. Mas infelizmente eu acho que a gente tem grandes chances de cair na primeira fase. Não somos consideradas equipe mais forte no grupo e isso me preocupa muito, já que já fomos uma potência do futebol feminino. Eu espero que isso não arrefeça os ânimos, num momento de crescente do futebol feminino no Brasil, mas a realidade é essa: para quem vai assistir essa Copa do Mundo e está acompanhando a preparação, os amistosos, os campeonatos, se vê claramente que o Brasil não tem condição de brigar com os grandes. A gente não cresceu. Então colocando os pés no chão, eu não espero que o Brasil faça sequer uma Copa mediana, o que vai ser um choque de realidade porque o brasileiro sempre acha que no futebol o Brasil vai bem. Só que aqui não se investe no futebol feminino, nunca se investiu, nunca se ligou pra isso e agora todo o mundo está ligando. Não é à toa que Marta jogou tantos anos na Suécia, ela foi para lá para ganhar dinheiro, porque é um país que tradicionalmente investe.

“O Brasil não tem condição de brigar com os grandes. A gente não cresceu”

Quais as suas expectativas para o futuro da modalidade?

Agora a CONMEBOL exige também que os times tenham categorias de base no futebol feminino. Esse ano já vai acontecer o Campeonato Brasileiro Sub-18 Feminino, então vamos ter uma coisa que nunca existiu no futebol feminino, que é a base. Se ninguém interromper, se não houver boicote, se a coisa realmente andar como está indo, a situação vai estar muito melhor daqui a 2, 4 anos.  Você vê que as mulheres estão mais à vontade em dizer que gostam de consumir futebol. Eu não tive essa cultura enquanto criança de ir com meu pai ao estádio, não foi algo que ele estimulou em mim então eu descobri isso tarde na vida. E eu não culpo meu pai, pois é uma coisa cultural. Então quando a gente fala de cultura é isso. A gente não procura despertar em homens e mulheres, em meninas e meninos, as mesmas coisas, porque é colocado na cabeça que existem coisas para um e para outro. Aí quando você hoje em dia que a filhinha do [Mohamed] Salah [jogador do Liverpool] pegou a bola [vídeo no fim da matéria] porque ela vê o pai fazendo isso e ela quer chutar a bola no gol igual a ele, é muito significativo. Quantas meninas vão olhar e pensar: ‘eu quero fazer isso também’? Já temos torcidas organizadas femininas para mulheres que gostam de ir ao estádio e não querem ter que ir com o marido, o pai, o irmão ou um amigo, o que é uma forma eficiente de se combater o assédio que ainda existe nos estádios. Então eu acho que agora é um caminho sem volta mesmo. A gente está ocupando espaços, seja como atleta, seja como repórter, seja como torcedora e é isso aí, vão ter que engolir a gente.


Makka, filha do Jogador do Liverpool Mohamed Sallah, marca gol no estádio Anfield. Vídeo:

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