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Cidades nordestinas investem pesado em festas juninas

- 6 de julho de 2014

Concursos de quadrilha, ornamentação de ruas, comidas típicas e muito forró agitam o Nordeste

Emile Conceição e Cláudio Jansen

Antes do mês de junho, os nordestinos já iniciavam os preparativos para os festejos juninos, mais especificamente para a festa de São João, a maior festa regional do Brasil. Comidas e vestimentas típicas, forró, concursos de quadrilha e muita festa foi o que teve nas principais capitais nordestinas, mas principalmente nas cidades do interior. As prefeituras investiram muito para promover os nomes de suas cidades e divertir a população.

São João do Pelourinho, em Salvador. Foto: Secretaria de Cultura da Bahia (SECULT/BA)

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O secretário municipal de turismo, Pedro Galvão, anunciou um investimento de R$ 3,5 milhões no São João de Salvador. Para o interior, R$ 6,5 milhões foram divididos entre 153 municípios baianos. Ainda segundo a secretaria, a previsão era de que o turismo gerasse um lucro de cerca de R$ 800 milhões para o estado. Entre brasileiros e estrangeiros, a expectativa era de que a Bahia recebesse por volta de 700 mil visitantes. Esse número é maior que o dos anos anteriores, devido à Copa do Mundo.

Já o famoso Forró Cajú, que aconteceu entre os dias 18 e 29 de junho na capital sergipana, teve um investimento de R$ 7,5 milhões. Nesses 11 dias de festa a população de Sergipe e seus visitantes tiveram à disposição shows de 262 artistas. As festas eram gratuitas e formadas por talentos da região, em sua maioria. Entre eles, Elba Ramalho, Genival Lacerda e Adelmario Coelho.

Em Pernambuco, existem grandes festas juninas: PetrolinaGravatáArcoverdeSanta Cruz do Capibaribe e as mais famosas, Caruaru e Recife. Com o tema “O São João do Recife é bom todo!”, as festividades se estenderam até 29 de junho. A cidade contou com 60 arraiais com cerca de 800 apresentações. Os festejos homenagearam o poeta caruaruano Petrúcio Amorim, autor do sucesso “Tareco e mariola”. A quadrilha junina mais antiga em atuação no município, a Arraialzinho do Cordeiro, com 35 anos de atividade, também foi homenageada.

Quadrilha Arraialzinho do Cordeiro. Fonte: Divulgação/PCR

Saudades da terrinha – Segundo o estudante da UFBA nascido na Paraíba Elciberg Muniz, o carnaval de Salvador é o melhor, mas a cidade deixa a desejar no São João. “Aqui a festa junina só dura uma semana no máximo, lá [na Paraíba] dura um mês inteirinho”, diz o estudante que já mora na capital baiana há 15 anos.

Entre as festas mais famosas da região estão a de Campina Grande, que disputa com Caruaru o título de melhor São João, e a de João Pessoa. “Eu prefiro o São João na Paraíba, porque a gente encontra festa em qualquer cantinho. Aqui em Salvador preciso andar muito ou viajar para o interior, como fiz ano passado. Fui para Jequié, para o Forró da Margarida”, acrescenta.

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